
Às vezes nos sentimos sobrecarregados mentalmente.
Parece que muitas coisas estão acontecendo simultaneamente e temos uma grande dificuldade de descansar, relaxar ou focar...
Às vezes sentimos que estamos ficando "para trás".
Que precisamos trabalhar mais, malhar mais, ganhar mais dinheiro, ser mais feliz e acabamos exaustos, largados na cama, imersos na vida virtual...
Se isso descreve a sua experiência, não há nada de errado com você, essa é a realidade da vida moderna.
Mentes super-estimuladas, "surdas" para as emoções e descompassadas das oportunidades da vida.
Algumas vezes rotulamos este funcionamento: déficit de atenção, hiperatividade ou ansiedade.
Mas por que uma quantidade cada vez maior de pessoas se sentem assim?
Compreendendo o fenômeno
Imagine acordar com uma sensação difusa de peso no peito.
Não é tristeza. Não é raiva. É um cansaço emocional difícil de nomear.
Você sente: tensão, desânimo, perda de vitalidade.
Sua mente, acelerada e desatenta, pensa: “Não há motivos para me sentir assim”, “Minha vida está boa”, “Não vou perder tempo com isso”.
Então você age: segue trabalhando, lapidando a rotina intensa, cumprindo expectativas. Afirma que está tudo bem e evita qualquer mudança.
Quando o que você sente, o que pensa e o modo que vive não caminham na mesma direção, nasce a angústia (sofrimento psíquico).
Quando estamos incongruentes, o sentir é desautorizado, o pensamento julga antes de escutar e a ação se desconecta do que está vivo em nós.
O resultado não é um colapso imediato.
É um mal-estar persistente, difícil de explicar, difícil de calar.
Alinhando o sentir, o pensar e o agir
Somos seres Integrados
A tristeza pode afetar a nossa imunidade.
Calibrando a sua bússola
Respire com suavidade.
E responda: “O que está vivo em mim agora?”
Observe, nomeie e deixe estar.
Respire no local por alguns segundos.
Sinta a verdade suave do que está vivo aí.
Agora se pergunte: "Como posso honrar o que está vivo em mim?"
Deixe surgir.
Pequenos movimentos, micro-ajustes espontâneos na postura ou um som visceral.
Uma imagem, uma ideia ou um palpite.
Continue respirando.
Desperte para a energia sutil que transita no seu corpo.
Buscando o seu ritmo próprio e singular.
Por que esta prática funciona?
Para continuar
Se você fez o exercício dos 7 minutos, experimentou a Postura Tripla e calibrou a sua Bússola, já percorreu passos essenciais:
- Criou espaço interno
- Entrou em contato com o que está vivo em você
- Permitiu que o sentir, o pensar e o agir encontrassem alinhamento
No próximo post, vamos avançar aprofundar um pouco mais, introduzindo a respiração como forma de transformação.
Até lá, respeite a sabedoria do seu organismo.
A Autoescuta como caminho. Boa Jornada.
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